SÃO JOÃO BATISTA
Precursor do Messias
e Onomástico de Dom Bosco

(por SC. Antônio Rodrigues)

“Entre os nascidos de mulher, não há maior profeta que João Batista; porém, o que é menor no Reino de Deus é maior do que ele.” (Lc 7, 28)

São João Batista era mais que um profeta, pois era o Precursor do Messias, e sua missão consistia em pregar ao povo a oração e a penitência em vista do Reino de Deus que se aproximava, e, à chegada do Messias, apontá-lo ao povo.

Há seiscentos anos, Isaias já profetizara sua vinda. “Uma voz clama no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.” (Isaias 40,3)

João Batista nos incita a frutificar os nossos dons: “toda árvore que não produzir bons frutos será cortada e lançada ao fogo.” (Mt 3, 10 b)

Incita-nos à caridade: “quem tem duas túnicas dê uma ao que não tem; e quem tem o que comer, faça o mesmo.” (Lc 3, 11)

Aos soldados aconselhava: “Não pratiqueis a violência e não defraudeis a ninguém, contentai-vos com o vosso soldo.”(Lc 3, 14)

Sobre Jesus dizia que seu poder e sua dignidade eram tamanhos a ponto de sentir-se “indigno até mesmo de desatar os cordões que amarravam Suas sandálias.” (Mc 1, 7 b)

E, humildemente, declarou: “Importa que Ele cresça e que eu diminua.” (Jo 3, 30)

A João e André, seus discípulos que viriam a ser Apóstolos de Jesus Cristo, apontou-O revelando Sua identidade: “Eis o Cordeiro de Deus.” (Jo 1, 36 b)

Dom Bosco, cujo nome de Batismo era João, festejava efusivamente o dia de São João Batista e foi no seu dia que ao proferir sua homilia usou de tanta sensibilidade que veio atingir em cheio o coração do jovenzinho Domingos Sávio. Entre as passagens evangélicas comuns à liturgia do dia, Dom Bosco incluiu a Primeira Carta aos Tessalonicenses enfatizando os versículos 3, 4, 5, 7 e 8 do capítulo 4 que diz: “Essa é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza; que cada um de vós saiba possuir o seu corpo santa e honestamente; pois Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade. Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas ao próprio Deus, que nos deu o seu Espírito Santo.”E acrescentou: “ há um grande prêmio no céu para quem se tornar santo.”

Por conta das festividades do seu onomástico, Dom Bosco dirigiu-se a todos os meninos do seu oratório esta generosa oferta: “peçam a mim tudo o que quiserem e, desde que esteja dentro da minha possibilidade, eu vos concederei.”
Os pedidos choveram, teve até quem pediu 100 quilos de torrone. Dom Bosco divertiu-se muito com seus “birichini” ( molequinhos ), assim os chamava carinhosamente. Um pedido muito diferente, nem por isso menos ( para Dom Bosco o mais ) especial, escrito em um retalhozinho de papel, fora entregue por Domingos Sávio e dizia: “Ensina-me a ser santo.” Daí a resposta de Dom Bosco, em forma de receita, que também para nós deve ser conclusiva: não mais que dois ingredientes são necessários para a santidade: viver na alegria e fazer bem feitas as atribuições da vossa responsabilidade.”

Domingos a aprendeu e no-la ensina, não com promessas, mas com suas ações, estas mesmas que, no dia 12 de junho de 1954 o levaram, através de Pio XII, às glórias do altar.

Viva São João Batista!

E viva São João Bosco!

E, porque não? Viva São Domingos Sávio e todos os santos de junho!


23 de junho de 2009
SÃO JOSÉ CAFASSO (Confessor)

(+ Turim, Itália, 1860)

Era professor de Teologia Moral em Turim. Foi mestre e diretor espiritual de São João Bosco. Deu Excelente formação moral ao clero piemontês, de acordo com a boa escola de São Francisco de Sales e Santo Afonso de Ligório. Deixou em testamento os poucos bens que possuía a seus amigos São João Bosco e São José Benedito Cottolengo.

(Fonte: "Cada dia tem seu Santo", de A. de França Andrade - Artpress)


IRMÃOS E IRMÃS EM DOM BOSCO
(PVA - Art.13 do Estatuto)

A vocação comum e a pertença à mesma Associação tornam os Salesianos Cooperadores irmãos e irmãs espirituais.
"Unidos num só coração e numa só alma", vivem a união fraterna com os vínculos característicos do espírito de Dom Bosco.
Participam com alegria da "vida de família" da Associação, para se conhecerem, crescerem juntos, trocarem experiências e em elaborar projetos apostólicos.


21 de junho de 2009
São Luís Gonzaga, Confessor
(+ Roma, 1591)


Pertencia à família dos duques de Mântua e era príncipe do Sacro Império, sendo herdeiro do feudo soberano de Castiglione. A tudo renunciou depois de uma luta árdua para conseguir licença paterna, e ingressou aos 17 anos na Companhia de Jesus. Faleceu em Roma, aos 24 anos, vitimado por uma epidemia à qual se expusera voluntariamente tratando de enfermos. É modelo de pureza e patrono da juventude católica.

(Fonte: "Cada dia tem seu Santo", de A. de França Andrade - Artpress)


SANTO ANTÔNIO
(por SC. Antônio Rodrigues)

Santo Antônio, cujo nome de Batismo era Fernando de Bulhões, de família muito rica, nasceu em Portugal, na cidade de Lisboa, em 15 de agosto de 1195. O nome Antonio recebeu-o ao se tornar Franciscano em 1220.

É um santo extremamente querido especialmente pela fama adquirida de casamenteiro, todavia, muitos outros milagres são a ele atribuídos. Citemos alguns:

Pregação aos peixes.

Esse milagre aconteceu em Rimini, quando as pessoas a quem Santo Antônio pregava, viraram-lhe as costas. O santo calmamente se dirige à beira do rio e passa a pregar aos peixes. Cardumes se aproximam e colocam a cabeça fora d’água como a escutá-lo. A conversão dos hereges que presenciaram atônitos o milagre foi quase que imediata. Padre Antônio Vieira, devotíssimo de Santo Antônio, baseou-se neste milagre para elaborar um de seus famosos sermões, uma das obras primas da nossa literatura.

Santo Antônio livra o pai da forca.

Seu pai fora julgado e condenado, acusado de matar um homem em Portugal e a sentença estava para ser proferida. Santo Antônio, neste exato momento, interrompeu a homilia na Missa que celebrava na Itália, pareceu dormir mesmo estando em pé. Ao mesmo tempo, foi visto no tribunal português falando aos juízes, pedindo-lhes ponderação e afirmando que podia provar a inocência do pai. Ato contínuo, levou-os ao cemitério, mandou abrir o túmulo do assassinado e perguntou-lhe: __ Foi meu pai, Martinho de Bulhões, que o matou? Ao que o falecido, vagarosa mas firmemente, respondeu: __ Não foi Martinho de Bulhões quem me matou. O pai do santo foi declarado inocente e solto.

O responsório

Outra história muito conhecida é a provável responsável pela associação de Santo Antônio com a descoberta de pessoas e objetos desaparecidos. Conta-se que, um dia, o santo descobriu que um noviço havia fugido do mosteiro e levado com ele seus comentários sobre o Livro dos Salmos. Pôs-se a rezar e o jovem arrependido voltou e devolveu os manuscritos. Perdoado, foi reintegrado à vida religiosa.

Tradição

Entre algumas delas está o "pãozinho de Santo Antônio" que os fies vêem buscar nas celebrações em sua homenagem. O pão abençoado na Missa deve ser colocado junto aos alimentos como símbolo de fartura.

Outro costume é o da doação do pão. Este costume, normalmente fruto de promessa, consta da doação de tantos quilos de pão quantos forem os quilos de peso da pessoa agraciada com o milagre.

Fiquemos por aqui, pois, o espaço é curto para falar de tantas obras, milagres e mesmo lendas, sobre a vida do santo.

Morreu a na cidade de Pádua, na Itália no dia 13 de junho de 1231.

Suas últimas palavras são:
                        " Estou vendo o meu Senhor "
.




CORPUS CHRISTI
(por SC. Antônio Rodrigues)

“Isto é Meu Corpo que é dado por vós.”

Na Eucaristia, Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo os cristãos contemplam o maior sinal da unidade da Igreja. É o Sacramento por excelência, a presença real do Cristo, Cordeiro de Deus, Aquele que tira os pecados do mundo.

Ao celebrar a festa de Corpus Cristo, não podemos ficar alheios às situações de desigualdade social e de injustiças. Sua celebração é oportunidade para todos nós, cristãos ou não, atentarmos para as necessidades das pessoas menos favorecidas.

O pão é símbolo da partilha, logo, O Pão Eucarístico nos é dado para que sejamos unidos num só corpo em Cristo e vivamos a caridade fraterna também fora da celebração."

Partilha, solidariedade antepõe-se a situações de desigualdade social: injustiça, de fome, tráfico, guerras e tantos outros tipos de violência.

Não há, pois, momento mais oportuno que a festa de Corpus Christi para tratarmos do tema em epígrafe.

De Dom Bosco aprendemos que “Cristo se faz providência para aqueles que se fazem providência para os outros”.

Demos graças e louvemos a todo momento ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!


NOVO CENTRO LOCAL EM BSP


No último dia 06 de junho, 18 aspirantes firmaram seu compromisso público, tornando-se Salesianos Cooperadores e erigindo mais um Centro Local na Província de São Paulo, o Centro Local N. Sra. de Fátima e Santo Amaro, junto À paróquia de mesmo nome, no Guarujá.

Com esses, já são 402 os Cooperadores de São Paulo, distribuídos em 21 Centros Locais.


AS FESTAS DE JUNHO - SÃO PEDRO
(por SC. Antônio Rodrigues)

Nos santos de junho: Pedro, João e Antônio, o sentido de missão fica bastante evidenciado. Nesta primeira parte falemos de Pedro.

Pedro evoca o sentido de mudança. Sim, quem se propõe a ser missionário deve, antes de mais nada, ter consciência de que a missão o mudará e a mudança será constante. É mesmo um paradoxo: “a única coisa permanente na vida é a mudança”. Logo, quem não aceita mudanças, não serve para ser missionário.

Pedro era pescador (de peixes), Jesus muda-lhe o foco, agora será pescador de pessoas. Chamava-se Simão, agora é Cefas que quer dizer Pedra, para nós Pedro.

Era teimoso, tornou-se dócil, obediente. Era pecador, tornou-se santo. Jesus o apascentou e enviou-o a apascentar suas ovelhas. Era ovelha, tornou-se Pastor, recebeu as chaves do redil, “o que ligares na terra eu ligo no céu, o que não ligares aqui eu lá não ligo”. Era pequeno, talvez o último, tornou-se grande, o primeiro, o chefe da Igreja.

Era fraco, medroso, negou Jesus por três vezes, Jesus o reconciliou outras três. Só pediu, também três vezes, que lhe confirmasse que O amava. E ele assim o fez.

Pedro, pedra, rocha, alicerce, evoca a firmeza que devemos ter, missionários que somos, desde o Batismo.

É essa mesma firmeza que nos evoca: missionários batizados, Salesianos Compromissados, diante do mesmo altar.

Procuremos imitar a firmeza do “Grande Pescador”: Antes “Simões”, evoluamos para “Pedros”, Aspirantes, evoluamos a Salesianos. Indeciso, agora conscientes, chamados a cooperar, agora Cooperadores.

Antes Leigos, talvez um tanto “apagados”, agora iluminados pelo carisma e pela espiritualidade comuns aos filhos de Dom Bosco.

Mudança, ainda, nos dons que recebemos e que devemos frutificar em obras, em virtudes.

Em Santidade.


PROMESSAS EM FORTALEZA (BRE)

Em celebração realizada no Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora - Fortaleza (CE), Paulo Cordeiro Neto fez sua promessa como Salesiano cooperador, ingressando assim na Família Salesiana.

Foi uma celebração muito viva e alegre, presidida pelo P. Carlos Lorenzo Barata delegado Provincial dos SSCC que veio de Recife (PE). Além dele, Olímpio do Nascimento, Formador Provincial, também estava presente.

A comunidade participou da celebração com sentimento de admiração e profundo silêncio (que belo testemunho!). Em seguida houve uma confraternização, onde participaram amigos, familiares, Salesianos Cooperadores e Irmãs Salesianas.


 
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